Nota do DCE – UFPR em Repúdio ao DCE – PUC/RS

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Nos últimos anos, várias foram as denúncias dos constantes ataques, realizados pelo DCE da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, contra o movimento estudantil opositor e combativo desta Universidade. Nas últimas semanas, em virtude das eleições para a tiragem de delegados ao Congresso de Estudantes da UNE, o CONUNE, estes ataques tem se intensificado. Seu auge ocorreu na noite de 13 de junho, quando membros do DCE agrediram física e verbalmente militantes da PUC-RS, enquanto estas, democraticamente, se manifestavam contra as diversas fraudes no processo de eleição para delegados do Congresso. Gritos e ameaças gravíssimas foram relatadas por estudantes, que em coro e em meio a pedidos de ajuda, repetiam que “não se bate em mulher”. O DCE da Universidade Federal do Paraná, horrorizado com os vários videos divulgados na rede, que comprovam as atitudes criminosas do DCE da PUC-RS, vem, por meio desta nota, manifestar o nosso repúdio contra este tipo de prática inadmissível empregadas pelo DCE da PUC-RS.

O DCE – UFPR pauta por um movimento estudantil democrático, honesto e sem qualquer tipo de opressão. Por isso, expressamos aqui a nossa dupla indignação: primeiro, contra as agressões machistas sofridas por estudantes, militantes e mulheres que ousaram lutar pela defesa de seus direitos. Segundo, pelas fraudes constatadas no processo de eleição para tiragem de delegados ao CONUNE, como a impugnação de todas as chapas de oposição à chapa do grupo que coordena o DCE da PUC-RS e a tentativa de impedir que os estudantes se expressem, dificultando o acesso destes às urnas. Além disso, exigimos que a União Nacional dos Estudantes, através de sua diretoria e da CNECO do CONUNE, averigúe o processo, e a partir de constatado a existência das irregularidades, que seja refeito o processo respondendo aos anseios por democracia dos estudantes da PUC-RS.

DCE UFPR – Gestão ”Mais Vale o Que Será” (2010/2011)

DCE UFPR – CONTRA O ABSURDO!!  http://www.youtube.com/watch?v=ETjOIS5ldkc

Acompanhem –> http://movimento89dejunho.wordpress.com/

Estudantes da UFPR realizam assembleia estudantil

Nesta quinta-feira (26) estudantes da UFPR realizaram assembleia estudantil no Auditório da Administração, no Centro Politécnico em Curitiba. A assembleia teve início às 9h30 e contou como pauta a MP 520 (que dispõe sobre a criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Assistência Estudantil e a resolução 29/10 do Conselho de Planejamento e Administração (Coplad) da UFPR.

A assembleia estudantil foi um encaminhamento do primeiro Conselho de Entidades de Base (CEB) do ano de 2011, reunião que congrega DCE e Centros Acadêmicos. Esta foi a segunda assembleia realizada por estudantes da UFPR em 2011, a primeira ocorreu dia 17 de maio na cidade de Palotina. Um estudante do campus Palotina esteve presente prestigiando a assembleia em Curitiba

ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

- Moradia estudantil dentro do campus – em Palotina, Litoral e no Politécnico – atendendo a real demanda dos estudantes e aumento do número de bolsas moradias.
- RU aberto todos os dias, nos dois períodos.
- Aumento do número de bolsas permanência, tendo todas um caráter estritamente formativo e não simplesmente trabalhista.
- Abertura de bolsas no meio do ano para os cursos do Litoral e daqueles com 3° fase, pois entram no 2° semestre e acabam sem bolsas.
- Ônibus para os estudantes do litoral que moram em cidades mais afastadas do campus.
- RU no DeArtes e prazos para a conclusão das obras do RU do Botânico.
- Opção vegetariana no RU.
- Articular uma campanha em torno dessa pauta.
- Realização de uma reunião – terça às 13h no DCE – para organizarmos a campanha.

RESOLUÇÃO 29/10 – COPLAD

- A principal forma de auto-financiamento do movimento estudantil é através da realização de festas,, mas a resolução 29/10 abre margem para a restrição das festas devido ao caráter arbitrário da resolução, trazendo assim impactos na autonomia politico-financeira do ME.
-Defendemos a construção de uma nova resolução que regularize os eventos realizados na UFPR, atendendo as especificidades dos eventos pequenos, médios e grandes, onde fique claro os critérios para a realização do evento, deixando de ter um carater político.
- Entendendo a dinamica do Movimento Estudantil, defendemos a flexibilização dos prazos de entrega do projeto para as unidades administrativas da Universidade.
- Defendemos que a Universidade provenha à infra-estrutura necessária para a realização de eventos, disponibilizando segurança, ambulância e a liberação nos órgãos competentes, bem como se responsabilizar-se pelos trâmites legais.

MP520

- A EBSERH – Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – irá administrar os HUs sob a lógica do mercado, precarizando o trabalho dos docentes e técnicos, o ensino/pesquisa/extensão e o atendimento ao usuário do SUS.
- A Empresa fere a autonomia universitária, pois será administrada sobre seus próprios interesses e não o da Universidade. Defendemos que o HC não perca o vínculo com a Universidade, mantendo assim o tripé ensino, pesquisa e extensão.
- Com a Empresa, os estudantes da UFPR da área da Saúde terão o acesso restrito ao HU, pois agora terão que concorrer vagas com estudantes.
- Participarmos das manifestações contrárias a aprovação da MP, organizadas pelas Executivas de Curso da Área da saúde.
- Convidar palestrantes de fora da Universidade para que aprofundemos o debate da MP.

Conselheiros discentes nos conselhos superiores

Cargo Titular Suplente
CEPE 1ª Câmara Gabriela Caramuru        gabrielacaramuru@hotmail.com99385002 Alice Novato alice_novato@yahoo.com.br9238-3558
CEPE 2ª Câmara Wagner Tauscheck   wag.tau@gmail.com 88640421 Rodolfo Rigon Spack rodolforigonspack@yahoo.com.br
CEPE 3ª Câmara Wilk Barbosa – GRR      wilkbw@gmail.com 8856-7084 Jose Olivir de Freitas Junior   jofreitasjunior@gmail.com84317927
CEPE 2ª Câmara PÓS Thiago Bagatin  thiagobagatin@yahoo.com.br9143.2044 Silvia A. Withoskisilviaandreis@hotmail.com
COPLAD 1ª Câmara Peterson Rose Pereira    petersonrpereira@gmail.com9620-8698 Hugo Simões       hsimoes.90@gmail.com  96034160
COPLAD 2ª Câmara Cleison Luiz de Oliveira cleisonluiz10@gmail.com96607015 Rafael Jamur     -       jamur@ufpr.br           99242957
COPLAD 3ª Câmara (1) Guiosepphe Sandri Marques          guiosepphe@hotmail.com 84046484 Frank Maciel – GRR             rechemaciel@gmail.com           9938.5002
COPLAD 3ª Câmara (2) Ana Leticia Surianale.bianchin@hotmail.com8822-5907 Vanessa Beghetto
vanessa.beghetto@gmail.com
9208-6674 – 9854-9224
CONCUR Yuri Gabriel Campagnaro        yuri.gabriel@gmail.com8856.2425 Andrea Priscila Klein      andreaklein@ufpr.br         88153817

Nota oficial da Enecos sobre as Novas Diretrizes Curriculares para o Curso de Jornalismo (NDJ)

A Executiva Nacional de Estudantes de Comunicação (Enecos) é parceira de luta do DCE/UFPR. Veja abaixo nota da executiva sobre mudanças curriculares que o curso de Jornalismo vem enfrentando.

 

Nota oficial de posicionamento político da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social (Enecos) sobre as Novas Diretrizes Curriculares para o Curso de Jornalismo (NDJ)

 

No dia 8 de outubro, sexta-feira ocorreu no auditório do Conselho Nacional de Educação (CNE), a Audiência Pública que debateu as Novas Diretrizes Curriculares do Jornalismo (NDJ). No presente momento, a Enecos se fez representada na reunião explanando para todos e todas que estavam presentes na audiência ou acompanhando pela internet o posicionamento da Executiva frente às NDJ. Para reafirmar e oficializar a nossa compreensão política do que se refere à formação profissional do comunicador social, viemos por meio deste manifestar a nossa decisão:

 

·         Entendemos que qualquer projeto político que se refira a formação profissional do comunicador, sua modificação, ou criação de outros parâmetros, deve, sem sombra de dúvida, garantir a participação de diferentes setores da sociedade civil que estejam relacionados direto ou indiretamente com a comunicação social. É preciso garantir a pluralidade do debate político em todos os processos, para que a proposta seja socialmente referendada;

·         A constituição de três audiências públicas (Rio de Janeiro, São Paulo e Recife) para a formulação pública da proposta de NDJ não contempla nem 1% das escolas de comunicação existentes no Brasil. Inclusive nas três audiências tiveram representações estudantis, porém a ENECOS, não recebeu nenhum convite oficial para a participação nas audiências. É necessário garantir o debate político sobre o tema abordado para que professores, estudantes, técnicos e comunicadores sociais possam refletir, debater e propor políticas; Sem debate político, não há proposta política;

·         As Novas Diretrizes Curriculares para o Jornalismo traz em seu conteúdo questões referentes a pesquisa e a extensão colocando-os como atividades complementares e não mais como pilar fundamental para a garantia da formação profissional qualificada e humanística; Para nós a pesquisa e extensão compõe os três pilares necessários para a garantia mínima de uma formação qualificada: ensino, pesquisa e extensão;

·         A proposta das NDJ não contempla a pesquisa na área da comunicação social, nem muito menos na área de Jornalismo, a partir do momento que aponta os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) como trabalhos práticos de cunho jornalístico, impossibilitando ao estudante a carreira acadêmica e/ou pesquisador.

 

A partir destes pontos citados, entendemos que o processo de construção das NDJ foi construído de maneira vertical, sendo uma proposta feita por uma comissão de especialistas que, de longe, não contempla as organizações políticas que pensam, debatem e formulam políticas para a comunicação social no Brasil. O resultado desta construção antidemocrática é a inexistência de debates políticos nas escolas de comunicação do Brasil sobre as NDJ, o que é para nós, uma construção equivocada de uma proposta que representa somente os interesses do mercado e das empresas jornalísticas.

 

O objetivo das NDJ está claro: lançar para o mercado, em um curto espaço de tempo, profissionais minimamente capacitados para reproduzir a técnica jornalística sem questionar as condições indignas de trabalho que hoje os trabalhadores sofrem e sem refletir sobre o papel que a comunicação exercer na manutenção do status quo da sociedade, assim como ela, opressora, desigual e a serviço da classe dominante.

 

Entendemos que a proposta de diretrizes para o Jornalismo não só interessa aos jornalistas, estudantes da habilitação ou pessoas que trabalham em jornais e/ou redações, interessam a todos os comunicadores sociais. O que está colocado para nós com a NDJ é a extinção da área de Comunicação Social como área de conhecimento, assim como se fez com o Jornalismo e se quer fazer com Relações Públicas. A inexistência do debate político encobriu e fragmentou a discussão impossibilitando ao conjunto dos interessados pelo tema, uma compreensão macro dos fatos envolvidos.

 

Para tanto, nós da ENECOS, somos contra o método utilizado pelo MEC/Comissão de Especialistas para a construção das NDJ, inclusive lamentamos, enquanto estudantes, que a proposta do Jornalismo não consiga, em sua própria construção, garantir a pluralidade das vozes envolvidas nos fatos.

 

Para nós, é necessário que a proposta de Diretrizes Curriculares para o Jornalismo, neste momento, seja paralisada, ou seja, que não se aprove as NDJ e que se reabra audiências públicas e debates políticos em todos os estados do Brasil até o final do ano de 2010, para minimamente garantirmos o debate e a formulação política sobre o tema. Depois de feito os debates políticos, abriremos um processo de plebiscito nas escolas de comunicação, no primeiro semestre de 2011, para votar se queremos ou não a separação das habilitações e a extinção da área de Comunicação Social. Sinalizamos desde então, que não concordamos nem muito menos iremos compactuar com as NDJ construída de maneira antidemocrática, que não representa os interesses do povo e que só está a serviço das empresas.

 

Gostaríamos de dizer que estamos dispostos às discussões políticas, assim como também estamos dispostos a nos mantermos mobilizados para enfrentar qualquer proposta que desloque nossa formação profissional, tão e somente para o mercado, descontextualizando a nossa verdadeira função social que é estar a serviço do povo e da classe trabalhadora.

 

Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social – ENECOS

 

EM DEFESA DA NOSSA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

SOMOS TODOS COMUNICAÇÃO SOCIAL!

 

Ato e panfletagens marcam início da campanha ‘UFPR: Na lanterna da reestruturação’

Estudantes de diversos cursos protestam contra problemas infra-estruturais da Universidade que afetam a qualidade de ensino

Durante o XIV Congresso dos Estudantes da UFPR ocorrido de 10 a 12 de setembro deste ano, estudantes de diversos cursos puderam debater as demandas, necessidades e formas de enfrentamento aos problemas vivenciados cotidianamente pela comunidade acadêmica da UFPR. Temas como educação pública e Reforma Universitária, Corredor Cultural, plano diretor e assistência estudantil foram apresentados em mesas-redondas e discutidos em grupos de trabalhos, que encaminharam propostas que organizem o movimento estudantil da nossa Universidade até o próximo Congresso.

Durante o Congresso, uma questão fortemente pautada pelos delegados foi a iluminação e estrutura-física de diferentes campi da Universidade, bem como como estes problemas se relacionam com a falta de qualidade de Educação que temos acesso. Diversas resoluções foram encaminhadas sobre a necessidade de que os estudantes enfrentem estes problemas não de forma pontual ou individual, mas coletivamente e discutindo qual a relação que estes problemas tem com a política educacional de nossos governos e o nosso sistema social.

Desta forma, encaminhou-se, a partir das resoluções congressuais, uma Campanha do movimento estudantil que, durante as reuniões de organização, nomeou-se “UFPR: Na lanterna da reestruturação.” O nome da campanha surgiu a partir de um dos muitos problemas de estrutura de nossa Universidade: a falta de iluminação em partes do campus Politécnico.

Com o objetivo de questionar a forma que está se dando a reestruturação e ampliação de nossa Universidade, a campanha tem um objetivo principal: a defesa da Educação pública, gratuita e de qualidade. Essa demanda só pode ser garantida se a ampliação da estrutura da Universidade se dê na mesma proporção que sua expansão. Não é o que esse grupo de estudantes tem observado. A UFPR conta com vários problemas de segurança, diretamente ligados à falta de estrutura apropriada. Mas não é só isso, as dificuldades estruturais também abrangem salas de aula inapropriadas, superlotadas, ou mesmo inexistentes.

O lançamento oficial da campanha aconteceu no dia 04/10, com atos ocorrendo paralelamente em cinco campi da Universidade: Santos Andrade, Escola Técnica, Comunicação, Politécnico e Botânico. Nos três primeiros, as manifestações reuniram estudantes com panfletos e muita disposição para se fazerem ouvir e, mais importante, ouvir as demandas de outros estudantes que pudessem se somar à campanha. Os atos do Politécnico e Botânico se uniram em um só, com cerca de 60 pessoas que, em baixo de chuva, não perderam a animação da bateria, palavras de ordem e diálogo com os estudantes do campus. No fim de seu ato encontraram com o Reitor, que se negou a parar para conversar com os manifestantes.

Esse foi só o começo da campanha, que tem no calendário uma previsão de duas mesas para debater segurança e reestruturação da Universidade, bem como a construção de uma carta unitária que reúna todas as reivindicações dos estudantes, a ser entregue no Conselho Universitário que se realizará no dia 21 de outubro na Reitoria da UFPR. A campanha está sendo organizada pelo DCE em conjunto com outros centros acadêmicos, em reuniões de centro acadêmico, conselhos setorias de C.A.’s e reuniões do DCE.

 

texto disponível em: www.ufprnalanterna.tumblr.com
siga: @ufprnalanterna
entre em contato: ufprnalanterna@gmail.com

Seminário Nacional de Educação em Uberlândia

No último feriado (9 a 11 de outubro) o DCE UFPR esteve presente no Seminário Nacional de Educação em Uberlândia/MG. Com cerca de 500 estudantes de diversos estados de norte a sul do país. O seminário debateu a conjuntura nacional, o Plano Nacional de Educação (PNE) e o processo de reorganização do movimento estudantil.

O seminário tirou os seguintes documentos:
MANIFESTO DO SEMINÁRIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DEFESA DO ANDES-SN

Nota do Seminário Nacional de Educação em apoio aos estudantes da UFU

Educação – O Brasil no rumo certo?

Carta de Uberlândia

Veja abaixo vídeos sobre o ato do seminário

Carta de Uberlândia

Entre os dias 9 e 11 de outubro de 2010, ocorreu o Seminário Nacional de Educação, na Universidade Federal de Uberlândia, reunindo cerca de 400 estudantes de todo o país para debater os rumos da universidade brasileira e organizar os/as lutadores/as em defesa da educação de qualidade, socialmente referenciada e 100% pública e gratuita. Esse Seminário foi construído por diversas entidades e coletivos do movimento estudantil durante todo o ano de 2010, partindo da necessidade de fortalecer o movimento estudantil combativo, democrático, independente de governos, partidos e reitorias, para resistir e avançar de forma conjunta frente aos ataques a educação pública.

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Educação – O Brasil no rumo certo?

Entre os dias 9 e 11 de outubro de 2010, ocorreu o Seminário Nacional de Educação, na Universidade Federal de Uberlândia, reunindo cerca de 400 estudantes de todo o país para debater os rumos da universidade brasileira e organizar os/as lutadores/as em defesa da educação de qualidade, socialmente referenciada e 100% pública e gratuita. Esse Seminário foi construído por diversas entidades e coletivos do movimento estudantil durante todo o ano de 2010, partindo da necessidade de fortalecer o movimento estudantil combativo, democrático, independente de governos, partidos e reitorias, para resistir e avançar de forma conjunta frente aos ataques a educação pública.

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